Sabe, o “Odioso Tchoy” se demonstrou mais odioso do que um dia você sentenciou. Não que a culpa fosse da companhia, mas simplesmente não era você. Sabe quando a pessoa fala um milhão de coisas e sua cabeça está lá em Marte? Então ela te faz uma pergunta e tudo o que você tem a dizer é “Oi?”. O Cevada agora exige de mim muito mais Vodka para me proporcionar alguns momentos de risos e descontração, coisa que antes, com você, era possível em estado sóbrio. O adorável sofá vermelho agora é só um móvel em desuso na sala.
Agora são 14h00 e exatamente nesse horário do dia 21/05 você disse “eu aceito, digo sim”. Quem poderia prever tudo isso que aconteceu? Talvez você. Quem poderia corrigir tudo isso? Só você.
Enquanto você me diz ‘não’, eu vou seguindo, quebrando a cara, repetindo erros, distraindo a verdade, enganando o coração.